Cesar Menotti e Fabiano entraram em campo para cantarem o Hino Nacional
no Amistoso Brasil x Chile #CMFHINOBRASIXCHILE
O Hino Nacional foi executado por uma orquestra com viola e sanfona.
Para quem num viu e para quem quer rever:
Cesar Menotti e Fabiano cantam hino nacional
http://www.youtube.com/watch?v=a8VQU3ktrVU&feature=share
Interpletação perfeita,que voz arrepiante e a sanfona e a viola chegaram a chorar.
Bonito demais... Parabéns Cesar Menotti e Fabiano!!!
12 novembro 2013
É DO PARÁ...
Confira uma entrevista exclusiva com os cantores César Menotti e Fabiano
Dupla sertaneja participou das comemorações do centenário de Marabá.
http://globotv.globo.com/rede-liberal-pa/e-do-para/v/confira-uma-entrevista-exclusiva-com-os-cantores-cesar-menotti-e-fabiano/2501945/
Dupla sertaneja participou das comemorações do centenário de Marabá.
http://globotv.globo.com/rede-liberal-pa/e-do-para/v/confira-uma-entrevista-exclusiva-com-os-cantores-cesar-menotti-e-fabiano/2501945/
Mazinho Quevedo revela o lado caipira de César Menotti e Fabiano no Caminhos da Roça..
A dupla completou dez anos de carreira, mas parece que já faz
quase trinta que canta pra gente.
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 1
http://globotv.globo.com/eptv-sp/caminhos-da-roca/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-1/2527791/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 2
http://redeglobo.globo.com/sp/eptv/caminhosdaroca/videos/t/edicoes/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-2/2527796/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 3
http://redeglobo.globo.com/sp/eptv/caminhosdaroca/videos/t/edicoes/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-3/2527803/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 4
http://redeglobo.globo.com/sp/eptv/caminhosdaroca/videos/t/edicoes/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-4/2527810/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 5
http://redeglobo.globo.com/sp/eptv/caminhosdaroca/videos/t/edicoes/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-5/2527819/
quase trinta que canta pra gente.
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 1
http://globotv.globo.com/eptv-sp/caminhos-da-roca/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-1/2527791/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 2
http://redeglobo.globo.com/sp/eptv/caminhosdaroca/videos/t/edicoes/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-2/2527796/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 3
http://redeglobo.globo.com/sp/eptv/caminhosdaroca/videos/t/edicoes/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-3/2527803/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 4
http://redeglobo.globo.com/sp/eptv/caminhosdaroca/videos/t/edicoes/v/caminhos-da-roca-200413-bloco-4/2527810/
Caminhos da Roça - 20/04/13 - Bloco 5
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André Valadão recebe Fabiano da dupla “César Menotti e Fabiano” no culto Fé
Nesta terça-feira, 16, o culto Fé, ministrado pelo cantor e pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha contou com a presença de Thalles Roberto, Gabriela Rocha, Fabiano da dupla “César Menotti e Fabiano”, Ana Paula Valadão, Mariana e outras pessoas próximas a André Valadão.
O evento comemorou o aniversário do pastor e cantor, sendo conduzido pelo apresentado Alex Passos e com louvor por conta do cantor Thalles Roberto.
Durante a homenagem ao pastor, foram exibidos vídeos com depoimentos de amigos da infância como Samuel Mizhray, e personalidades amigas como César Menotti e Fabiano, João Bosco e Vinícius, Wilson Sideral, Gabriela Rocha e o jogador Kaká, além de participações de membros da família Valadão.
- É muito bom ter crescido com você e saber que hoje nossos filhos também são amigos. Um dia desses fiquei muito feliz, quando fui buscar meus filhos na sua casa e você estava vestido de super-herói brincando com eles – compartilhou Ana Paula Valadão durante vídeo.
Ana Paula cantou também a música “Tu és Fiel, Senhor”, juntamente com André, Mariana e Thalles Roberto. Agradecendo as homenagens, André Valadão afirmou que o mais importante para ele era a salvação de vidas.
- O melhor presente que a Igreja poderia me dar são vidas se entregando a Jesus e é isso que me motiva vir todas as terças-feiras realizar o Culto Fé – afirmou o pastor.
Livres DT, o seu canal de notícias do Diante do Trono e Mundo Cristão.
Fonte: http://www.livresdt.com.br/2013/04/andre-valadao-recebe-fabiano-da-dupla.html#.UXEmgyZIMO4.facebook
O evento comemorou o aniversário do pastor e cantor, sendo conduzido pelo apresentado Alex Passos e com louvor por conta do cantor Thalles Roberto.
Durante a homenagem ao pastor, foram exibidos vídeos com depoimentos de amigos da infância como Samuel Mizhray, e personalidades amigas como César Menotti e Fabiano, João Bosco e Vinícius, Wilson Sideral, Gabriela Rocha e o jogador Kaká, além de participações de membros da família Valadão.
- É muito bom ter crescido com você e saber que hoje nossos filhos também são amigos. Um dia desses fiquei muito feliz, quando fui buscar meus filhos na sua casa e você estava vestido de super-herói brincando com eles – compartilhou Ana Paula Valadão durante vídeo.
Ana Paula cantou também a música “Tu és Fiel, Senhor”, juntamente com André, Mariana e Thalles Roberto. Agradecendo as homenagens, André Valadão afirmou que o mais importante para ele era a salvação de vidas.
- O melhor presente que a Igreja poderia me dar são vidas se entregando a Jesus e é isso que me motiva vir todas as terças-feiras realizar o Culto Fé – afirmou o pastor.
Livres DT, o seu canal de notícias do Diante do Trono e Mundo Cristão.
Fonte: http://www.livresdt.com.br/2013/04/andre-valadao-recebe-fabiano-da-dupla.html#.UXEmgyZIMO4.facebook
César Menotti & Fabiano contam sua história no programa de Don & Juan
20 de janeiro de 2013- O Don & Juan e sua história deste domingo recebeu uma das mais famosas duplas mineira. Os convidados César Menotti e Fabiano cantaram músicas de grande sucesso como Leilão, Como um anjo e Me apaixonei. Com os anfitriões, a dupla ainda cantou Tentei te esquecer.
Confiraos vídeos no link abaixo:
http://www.alterosa.com.br/app/belo-horizonte/noticia/jornalismo/vrum/2013/01/18/noticia-vrum,80/cesar-menotti-fabiano-contam-sua-historia-no-programa-de-don-juan.shtml
Confiraos vídeos no link abaixo:
http://www.alterosa.com.br/app/belo-horizonte/noticia/jornalismo/vrum/2013/01/18/noticia-vrum,80/cesar-menotti-fabiano-contam-sua-historia-no-programa-de-don-juan.shtml
Cesar Menotti e Fabiano conversam sobre ciúmes e cantam no programa Regina Casé
Loucura! Mumuzinho e Regina Casé contam histórias hilárias de ciúmes
Acessem o vídeo e veja:
http://tvg.globo.com/programas/esquenta/videos/t/programa/v/loucura-mumuzinho-e-regina-case-contam-historias-hilarias-de-ciumes/2503282/
Cesar Menotti e o Fabiano desfilando no esquenta rsrs
http://globotv.globo.com/rede-globo/esquenta/v/que-isso-gordinhos-arlindo-cesar-minotti-fabiano-e-pericles-desfilam-no-palco/2503298/
Acessem o vídeo e veja:
http://tvg.globo.com/programas/esquenta/videos/t/programa/v/loucura-mumuzinho-e-regina-case-contam-historias-hilarias-de-ciumes/2503282/
Cesar Menotti e o Fabiano desfilando no esquenta rsrs
http://globotv.globo.com/rede-globo/esquenta/v/que-isso-gordinhos-arlindo-cesar-minotti-fabiano-e-pericles-desfilam-no-palco/2503298/
César Menotti diz evitar letras sobre sexo e bebida por 'princípio moral'
Compositor rejeita músicas que 'agridam moral e ética da família brasileira'.
Dupla com Fabiano lança DVD no Rio: 'Quero que sertanejo suba o morro'.
Conhecido como Toninho do Ouro, o garimpeiro Antônio José da Silva, pai de César Menotti & Fabiano, apresentou a música caipira aos filhos e viajou com a família pelo país em busca de trabalho, até se estabelecer em Ponte Nova (MG). De lá, César, Fabiano e Fábio (hoje empresário da dupla) foram para a capital do estado tentar a sorte na música.
Após a morte do pai em 2011, os irmãos César Menotti & Fabiano decidiram "reservar um tempo até se sentirem confortáveis para trabalhar", conta César ao G1.
Dois anos após a pausa nos lançamentos, canções "sertanejas de verdade", como eles definem "O menino da porteira", "Boiadeiro errante" e "Estrada da vida", estão presentes no novo CD e DVD, "Ao vivo no morro da urca" – é uma forma de homenagear o pai.
Onomatopeias de teor sexual e letras sobre bebedeiras, presentes em vários sucessos atuais do mercado sertanejo, não têm espaço no DVD. "Por questão de princípios que sempre aplicamos no trabalho, de letras que não agridam a moral e a ética da família brasileira, do nosso ponto de vista", explica o compositor.
Menotti também comenta a dificuldade de consolidar o sucesso com o público carioca – "o Rio foi a última cidade para onde conseguimos levar a nossa música" – e lembra crítica sofrida no início pela aparência. "Com esse físico eles não vão a lugar nenhum", o cantor diz ter ouvido.
G1 - Por que escolheram o Rio para gravar o CD e DVD?
César Menotti - A gente sempre quis levar a música sertaneja para os lugares aonde não tivesse chegando ainda. O Rio foi a última cidade para onde conseguimos levar a nossa música. E o Rio é a única capital do país que influencia o interior, e não o contrário. Todas as capitais, São Paulo, todas – é o interior que influencia a capital. Mas no Rio, é o funk que desce o morro e invade o Brasil. A gente quis o inverso: fazer a musica sertaneja subir o morro.
G1 - Mas acha que ainda há resistência do povo carioca contra a música sertaneja?
César Menotti -
Não mais. As boates do Rio, aqueles clubes mais cariocas, hoje já têm música sertaneja.
O Rio é a única capital do país que influencia o interior, e não o contrário. No Rio, é o funk que desce o morro e invade o Brasil. A gente quis o inverso: fazer a musica sertaneja subir o morro." Cesar Menotti-Cantor
G1 - E quando notaram que o Rio já havia sido ‘conquistado’?
César Menotti - Da primeira vez que fomos, há quatro anos...
G1 - Há quatro anos? Vocês já faziam bastante sucesso...
César Menotti - Sim, menos lá [no Rio]. E aí fizemos o Canecão, com três dias de ingressos esgotados. Ficamos felizes. Mas acaba que o Canecão, por ser muito popular, vai muita gente de Minas, SP. Aí resolvemos fazer algo para cariocas. Há dois anos e meio fizemos uma boate no Jóquei Clube, para cariocas, e na Lapa. E vimos que era o público local mesmo.
G1 - Vocês ficaram dois anos sem lançar disco, após a morte do seu pai, em 2011. Como isso afetou vocês?
César Menotti - A gente se reservou um tempo, não quisemos lançar nada por pressão de mercado, gravadora. Não estávamos bem. Quando nos sentimos confortáveis para trabalhar, lançamos esse novo projeto.
G1 - Estes últimos dois anos foram bastante aquecidos no mercado sertanejo. Deu ansiedade ficar sem lançar disco nesse tempo?
César Menotti - Não, de forma alguma. Não tem como a gente estourar de novo. Isso já aconteceu com a gente em 2006, 2007. Estamos seguros, estabilizados, a nossa proposta já é outra. Não é fazer 25 shows por mês. Chegamos a fazer 27 por mês. Hoje podemos selecionar um pouco mais. De 12 a 15 shows. E tem as viagens, as distâncias, no final são mais dias.
G1 - O repertório deste DVD, com muita música sertaneja antiga, de raiz, foi pensado por causa do pai de vocês?
César Menotti - A música de raiz já estaria presente, porque a gente gosta. Somos fãs e é a nossa base. Mas quisemos aproveitar para fazer uma homenagem ao nosso pai. Se hoje existe essa dupla é por causa dele. Ele trilhou esse caminho para a gente.
Meu pai foi o maior fã de moda de viola que eu já conheci. Ele levava a gente criança a São Paulo, na praça Júlio Mesquita, onde os grandes violeiros se encontravam - Tião Carreiro, Tonico e Tinoco -, e lá a gente teve o primeiro contato com a música caipira."
César Menotti , cantor
G1 - Seu pai era garimpeiro e gostava muito de música sertaneja. Quais lembranças vocês têm dele relacionadas à música?
César Menotti - Meu pai foi o maior fã de moda de viola que eu já conheci. Ele levava a gente criança a São Paulo, na praça Júlio Mesquita, onde os grandes violeiros se encontravam - Tião Carreiro, Tonico e Tinoco -, e lá a gente teve o primeiro contato com a música caipira. Ele me ensinou a cantar, fazer primeira e segunda voz. Eu não entendia, achava um saco. Mas depois eu fui entender o que era.
G1 - Como viajar pelo Brasil, sendo filhos de garimpeiro, mudou a visão de vocês do país, influenciou na sua música?
César Menotti - A diferença cultural é muito grande, mas ao mesmo tempo a música vai além disso, é uma linguagem universal. Nessa semana tocamos no Sul, em Santa Catarina. Agora, quarta feira, viaja e vai para o Pará. De uma semana para outra, vamos para dois extremos, e com a mesma música, chegando lá com a mesma recepção do público.
G1 - No DVD, antes de cantar as músicas mais antigas, vocês dizem: “Queremos cantar umas músicas sertanejas de verdade”. Você acha que há coisas tachadas de sertanejas que não são sertanejas de verdade?
César Menotti - Eu acho a real expressão desse termo é falar da música de raiz. A música sertaneja realmente se difundiu muito, e o que ela resguardou da originalidade é a cultura de cantar em dupla. E muita coisa se perdeu no caminho – os princípios, a história, os temas. Quando eu falo de cantar música sertaneja de verdade, é musica que fala do sertão.
G1 - E vocês se preocupam com isso, de perder esses elementos pelo caminho?
César Menotti - Com certeza eu me preocupo. Nós cantamos um sertanejo contemporâneo. Mas nossa raiz está lá no Tonico & Tinoco. E quando é preciso a gente vai lá na fonte e experimenta.
G1 - Neste DVD, vocês voltam sem absorver a onda de letras de música sertaneja com onomatopeias de teor sexual e de sobre bebedeira. Por quê?
César Menotti - Por questão de princípios que sempre aplicamos no trabalho, de letras que não agridam a moral e a ética da família brasileira, do nosso ponto de vista.
G1 - Vocês são evangélicos. Quando vão compor, ou escolher as músicas que oferecem para vocês gravarem, a religião influencia?
César Menotti - De forma nenhuma, porque não somos religiosos. Religião afasta as pessoas, e Deus aproxima. O que faz a gente selecionar as músicas do repertório são os nossos princípios morais.
G1 - E quais são esses princípios?
César Menotti - Qualquer coisa que vá contra a realidade da estrutura familiar brasileira. Fico muito preocupado também com o que vamos passar para o público infantil, o que vamos estar ensinando e passando para as crianças.
G1 - Quando foram gravar com Sorriso Maroto, acha que existia uma expectativa de música mais ousada? A do Michel Teló com o Sorriso Maroto tem letra mais ousada, e a de vocês começa falando de um relacionamento casual, mas acaba chegando no amor.
César Menotti - Não, porque na verdade foi uma música que eu fiz junto com o Bruno – do Sorriso Maroto. Desde o princípio era uma ideia mais “de lá pra cá”. Não cheguei nem a pensar. A ideia partiu dele.
G1 - Vocês passaram por muita dificuldade no começo em Belo Horizonte, de gente falando que não ia dar certo? Tem algum momento marcante nisso?
César Menotti - A gente veio fora dos padrões. Normalmente sertanejo era muito ligado a ser galã. E a gente fugia completamente do padrão. O Jackson Antunes fez um show uma vez no Mistura Fina, no Rio, e chamou a gente para tocar viola e cantar música caipira. E levou um presidente de uma multinacional para assistir. Esse cara gostou, assistiu, mas disse: “Olha Jackson, esses meninos têm talento, mas com esse físico eles não vão a lugar nenhum”.
O Jackson Antunes fez um show uma vez no Mistura Fina, no Rio, e chamou a gente. E levou um presidente de uma multinacional para assistir. Esse cara gostou, assistiu, mas disse: 'Olha Jackson, esses meninos têm talento, mas com esse físico eles não vão a lugar nenhum'." César Menotti, cantor
G1 - O mercado sertanejo, quando vocês começaram, não era tão bom quanto hoje. Vocês ajudaram a abri-lo ainda mais. Como foi a dificuldade desses anos em BH? Tiveram contato com outros artistas que batalhavam na época também, como a Paula Fernandes?
César Menotti - A gente não era tão próximo, amigos, mas éramos conhecidos. A Paula, talvez pelo fato de ser mulher, e cantar sozinha, talvez tenha tido uma dificuldade de cantar maior, porque culturalmente a dupla sempre foi mais fácil de trabalhar no mercado. Nós ficamos amigos agora, depois tocando por todo o Brasil. Com outros artistas, tivemos mais contato, como o Eduardo Costa, chegamos até a morar junto no passado. Ele ficou na nossa casa, no Bairro Caiçara. Estávamos sempre junto, enfrentando as dificuldades da vida. Mas nessa época tocamos muito em botecos em BH. Aprendemos muito. Chegamos a fazer show com oito pessoas em casa noturna de BH.
César Menotti - Não, porque na verdade foi uma música que eu fiz junto com o Bruno – do Sorriso Maroto. Desde o princípio era uma ideia mais “de lá pra cá”. Não cheguei nem a pensar. A ideia partiu dele.
G1 - Vocês passaram por muita dificuldade no começo em Belo Horizonte, de gente falando que não ia dar certo? Tem algum momento marcante nisso?
César Menotti - A gente veio fora dos padrões. Normalmente sertanejo era muito ligado a ser galã. E a gente fugia completamente do padrão. O Jackson Antunes fez um show uma vez no Mistura Fina, no Rio, e chamou a gente para tocar viola e cantar música caipira. E levou um presidente de uma multinacional para assistir. Esse cara gostou, assistiu, mas disse: “Olha Jackson, esses meninos têm talento, mas com esse físico eles não vão a lugar nenhum”.
O Jackson Antunes fez um show uma vez no Mistura Fina, no Rio, e chamou a gente. E levou um presidente de uma multinacional para assistir. Esse cara gostou, assistiu, mas disse: 'Olha Jackson, esses meninos têm talento, mas com esse físico eles não vão a lugar nenhum'." César Menotti, cantor
G1 - O mercado sertanejo, quando vocês começaram, não era tão bom quanto hoje. Vocês ajudaram a abri-lo ainda mais. Como foi a dificuldade desses anos em BH? Tiveram contato com outros artistas que batalhavam na época também, como a Paula Fernandes?
César Menotti - A gente não era tão próximo, amigos, mas éramos conhecidos. A Paula, talvez pelo fato de ser mulher, e cantar sozinha, talvez tenha tido uma dificuldade de cantar maior, porque culturalmente a dupla sempre foi mais fácil de trabalhar no mercado. Nós ficamos amigos agora, depois tocando por todo o Brasil. Com outros artistas, tivemos mais contato, como o Eduardo Costa, chegamos até a morar junto no passado. Ele ficou na nossa casa, no Bairro Caiçara. Estávamos sempre junto, enfrentando as dificuldades da vida. Mas nessa época tocamos muito em botecos em BH. Aprendemos muito. Chegamos a fazer show com oito pessoas em casa noturna de BH.
César Menotti e Fabiano celebram sucesso de carreira e novo álbum. ‘Nosso melhor projeto’
Precursores do sertanejo universitário, César Menotti e Fabiano
gravam trabalho no Rio.
'Queríamos que a música sertaneja subisse o morro carioca', diz César
Eles estão na estrada desde pequenos, quando seu pai migrava de cidade a cidade em viagens a trabalho. Os irmãos César Menotti (31) e Fabiano (35), que quando crianças cantavam para as visitas, hoje levam sua música para o mundo e comemoram o sucesso dos dez anos de carreira com o CD e DVD No Morro da Urca, gravado no Rio de Janeiro. “Sem dúvidas este foi o nosso projeto até agora, em todos os aspectos", vibrou César em entrevista à CARAS Online nesta terça-feira, 2.
“Escolhemos fazer este trabalho especial no Rio de Janeiro porque esta é a única capital que não foi influenciada pelo interior. Queríamos que a música sertaneja subisse o morro carioca. E deu muito certo, graças a Deus”, festejou o músico. “Gravamos num lugar inusitado, fomos a primeira dupla a tocar no teatro do Morro da Urca, e no ano em que o bondinho fez 100 anos, foi especial”, argumentou.
Considerados os precursores do sertanejo universitário, César Menotti e Fabiano defendem o estilo musical com veemência, mas, acima de tudo, com muito talento. “Nós apresentamos a música como ninguém tinha feito antes. Não dá pra negar que os universitários foram os maiores divulgadores da nossa carreira, mas a gente não se rotula, nossa música é feita para o universitário, o médico, o caminhoneiro”, afirmou César.
“A resposta do nosso trabalho bem sucedido é o carinho do nosso público. É a nossa realização ter esta grande família em qualquer lugar aonde a gente vai”, vibrou César, que lembra com carinho da infância, em que já cantava com o irmão.
“Sempre que chegava visita lá em casa meu pai nos chamava para fazer um showzinho. Eu, o Fábio e o Fabiano. Se hoje somos artistas é por causa do meu pai, que já projetava esse futuro pra nós desde que éramos crianças”, emocionou-se ao lembrar do falecido pai, Toninho de Ouro, falecido em 2011.
“Como somos filhos de garimpeiro, passamos a infância viajando, não criamos raízes profundas, sem se apegar aos lugares, então viajar sempre foi uma coisa muito comum”, citou César, que hoje roda o Brasil e o mundo levando sua música.
“A gente procura fazer algo lá fora pelo menos uma vez por ano. Em agosto devemos começar uma turnê pela Europa”, adiantou ele, que agora divulga o novo trabalho em terras brasileiras.
Fonte: http://caras.uol.com.br/canal/nacionais/post/cesar-menotti-fabiano-celebram-sucesso-de-carreira-e-novo-album-nosso-melhor-projeto#
gravam trabalho no Rio.
'Queríamos que a música sertaneja subisse o morro carioca', diz César
Eles estão na estrada desde pequenos, quando seu pai migrava de cidade a cidade em viagens a trabalho. Os irmãos César Menotti (31) e Fabiano (35), que quando crianças cantavam para as visitas, hoje levam sua música para o mundo e comemoram o sucesso dos dez anos de carreira com o CD e DVD No Morro da Urca, gravado no Rio de Janeiro. “Sem dúvidas este foi o nosso projeto até agora, em todos os aspectos", vibrou César em entrevista à CARAS Online nesta terça-feira, 2.
“Escolhemos fazer este trabalho especial no Rio de Janeiro porque esta é a única capital que não foi influenciada pelo interior. Queríamos que a música sertaneja subisse o morro carioca. E deu muito certo, graças a Deus”, festejou o músico. “Gravamos num lugar inusitado, fomos a primeira dupla a tocar no teatro do Morro da Urca, e no ano em que o bondinho fez 100 anos, foi especial”, argumentou.
Considerados os precursores do sertanejo universitário, César Menotti e Fabiano defendem o estilo musical com veemência, mas, acima de tudo, com muito talento. “Nós apresentamos a música como ninguém tinha feito antes. Não dá pra negar que os universitários foram os maiores divulgadores da nossa carreira, mas a gente não se rotula, nossa música é feita para o universitário, o médico, o caminhoneiro”, afirmou César.
“A resposta do nosso trabalho bem sucedido é o carinho do nosso público. É a nossa realização ter esta grande família em qualquer lugar aonde a gente vai”, vibrou César, que lembra com carinho da infância, em que já cantava com o irmão.
“Sempre que chegava visita lá em casa meu pai nos chamava para fazer um showzinho. Eu, o Fábio e o Fabiano. Se hoje somos artistas é por causa do meu pai, que já projetava esse futuro pra nós desde que éramos crianças”, emocionou-se ao lembrar do falecido pai, Toninho de Ouro, falecido em 2011.
“Como somos filhos de garimpeiro, passamos a infância viajando, não criamos raízes profundas, sem se apegar aos lugares, então viajar sempre foi uma coisa muito comum”, citou César, que hoje roda o Brasil e o mundo levando sua música.
“A gente procura fazer algo lá fora pelo menos uma vez por ano. Em agosto devemos começar uma turnê pela Europa”, adiantou ele, que agora divulga o novo trabalho em terras brasileiras.
Fonte: http://caras.uol.com.br/canal/nacionais/post/cesar-menotti-fabiano-celebram-sucesso-de-carreira-e-novo-album-nosso-melhor-projeto#
César Menotti e Fabiano: ''Nosso principal prêmio foi nosso pai estar presente nos principais momentos da nossa carreira''
Dupla comemora 10 anos de sucesso com lançamento do DVD gravado no Morro da Urca, um sonho do pai, Toninho do Ouro, que morreu em junho de 2011
César Menotti e Fabiano realizaram um sonho duplo. Gravar um DVD no Rio de Janeiro, onde o sertanejo está ganhando seu espaço e, principalmente, realizar o sonho do pai, Toninho do Ouro, que morreu em junho de 2011, em realizar a produção no Morro da Urca, um dos cartões postais da capital carioca.
O terceiro DVD da carreira da dupla é comemorativo: 10 anos de história. César Menotti e Fabiano Ao vivo no Morro da Urca foi gravado em agosto do ano passado e faz uma passagem pelas canções de sucesso da dupla mineira, além inéditas e gravação de músicas de outros artistas consagrados, como Será, da extinta Legião Urbana.
“Após a gravação do DVD sentimos um alívio, porque conseguimos tudo o que planejamos. Ficamos realizados com o projeto”, disse César Menotti em entrevista por telefone à Contigo! Online. Mas o cantor não escondeu a ansiedade antes da produção.
“Estávamos há dois anos sem lançar nada, aconteceu muita coisa nesse tempo. Era um trabalho de muita responsabilidade. Não tinha como não ficar ansioso”, confessou.
Cidade Maravilhosa
César Menotti e Fabiano foram a primeira dupla sertaneja a gravar um projeto no Morro da Urca, no Rio de Janeiro. “A gente sempre quis levar a música sertaneja para lugares onde ela não tinha ido. Então tocar no morro é fazer o caminho inverso do que acontece no Rio, que é o único estado em que a música não vem do interior, pelo contrário, o funk desceu o morro e conquistou o Brasil inteiro”, explicou César Menotti.
Apesar de conseguirem fazer a produção para o Morro da Urca, não foi fácil para levar todo o equipamento para a gravação. “Foram seis carretas de equipamento que subiram em um bondinho menor de carga. Fora a burocracia para conseguir a autorização para gravar lá, a preocupação em levar os convidados. Mas no final, tudo deu certo”.
Repertório e participações
As 20 canções que compõe o DVD de César Menotti e Fabiano não fazem apenas uma viagem aos 10 anos de carreira da dupla, mas também da história da vida dos cantores mineiros, que citam o nome do pai, no momento em que pegam o violão e tocam modas de viola clássicas como as do pot-pourri Boiadeiro Errante, O Menino da Porteira e Estrada da Vida. Mas não param por ai: Tocando em Frente e Chalana também entraram na lista, escolhida a dedo por César Menotti e Fabiano em conjunto com o irmão, Fábio, e também com o empresário da dupla.
Canções inéditas também foram uma opção dos cantores. “A gente acreditou muito nas inéditas e, principalmente no momento raiz de música caipira”, disse o cantor.
Quanto às participações, a dupla escolheu uma cantora e uma banda que “fossem a cara do Rio de Janeiro”, como disse César Menotti. Preta Gil, em Amor em Dobro, e Sorriso Maroto, em Tomou de Assalto. “Escrevei a música com o Bruno – vocalista da banda – por e-mail”, contou.
A surpresa ficou pro conta da regravação da música Será: “Ela já estava sendo tocada nos nossos shows, mas as obras do Legião, alguns artistas tem dificuldade de liberação para tocar. Conseguimos e os responsáveis foram muito solícitos com a gente”.
Jorge e Mateus cantaram com César Menotti e Fabiano a romântica Dois Corações: “Nossas histórias se cruzaram em várias situações e conhecemos eles em um dos nossos primeiros shows em Goiânia, quando começamos a sair de Minas Gerais”.
Além de cantar sucessos da carreira, inéditas, com participações especiais, a dupla também levou para o palco sua aposta, o cantor Santorine. “A gente quis trazer ele para o projeto não por ele ser do escritório, mas pela renovação da música sertaneja. A gente já conhecia, ele estava muito comentado nas internet por causa de suas composições. Tanto que Revanche, que gravamos com ele, é assinada pelo Santorine”, explicou.
Importância do pai
Em junho de 2011, César Menotti e Fabiano perderam a maior influência na carreira e na vida da dupla. O pai, Toninho do Ouro, morreu vítima de complicações pós-cirúrgicas, em decorrência de um transplante. “Desde criança, ele já projetava tudo o que a gente está vivendo hoje. Nós fomos a primeira dupla a tocar no Morro da Urca, algo que ele queria e conseguimos. Tudo o que a gente sabe de música, nós aprendemos com ele”, disse César Menotti.
A mãe, Dona Elsi, não deixou de acompanhar cada passo dos filhos nesta produção. “Ela se realizou com a gente”.
Mas César Menotti ainda voltou a falar do pai, quando fez uma reflexão dos 10 anos de carreira da dupla. “Tanta coisa mudou. Eu acho que o principal prêmio nosso, nesses anos todos de dupla, foi ter realizado o sonho do nosso pai e poder ter tido ele presente nos principais momentos da nossa carreira”.
Novo sertanejo
Em meio às últimas declarações do cantor Gusttavo Lima, de que estava cansado com a rotina e a correria da agenda de compromissos, César Menotti disse que a dupla já passou por algo parecido, mas conversaram muito com a família e o acontecido nem foi divulgado. “Já passamos por algo parecido, não posso negar, quando as coisas acontecem muito rápidas na sua vida, administrar isso é difícil. A gente sempre se guardou e a família foi fundamental”, destacou.
Sobre o destaque que o ritmo sertanejo teve nos últimos dois anos, César Menotti, que já assumiu com o irmão, Fabiano, que são cantores “românticos à moda antiga”, acha natural essa mudança. “As coisas vão mudando, para a música sertaneja é algo bom, mas, realmente o que me preocupa é perder a identidade, mas eu estou vendo também que já estão voltando com o romantismo e posso dizer isso pela música Se Fosse Eu, que lançamos antes da gravação do DVD e foi na contramão do que está acontecendo com o sertanejo e teve uma aceitação legal dos fãs”, finalizou.
Fonte: http://contigo.abril.com.br/noticias/sertanejo/cesar-menotti-fabiano-nosso-principal-premio-foi-nosso-pai-estar-presente-nos-principais-momentos-da-nossa-carreira
César Menotti e Fabiano realizaram um sonho duplo. Gravar um DVD no Rio de Janeiro, onde o sertanejo está ganhando seu espaço e, principalmente, realizar o sonho do pai, Toninho do Ouro, que morreu em junho de 2011, em realizar a produção no Morro da Urca, um dos cartões postais da capital carioca.
O terceiro DVD da carreira da dupla é comemorativo: 10 anos de história. César Menotti e Fabiano Ao vivo no Morro da Urca foi gravado em agosto do ano passado e faz uma passagem pelas canções de sucesso da dupla mineira, além inéditas e gravação de músicas de outros artistas consagrados, como Será, da extinta Legião Urbana.
“Após a gravação do DVD sentimos um alívio, porque conseguimos tudo o que planejamos. Ficamos realizados com o projeto”, disse César Menotti em entrevista por telefone à Contigo! Online. Mas o cantor não escondeu a ansiedade antes da produção.
“Estávamos há dois anos sem lançar nada, aconteceu muita coisa nesse tempo. Era um trabalho de muita responsabilidade. Não tinha como não ficar ansioso”, confessou.
Cidade Maravilhosa
César Menotti e Fabiano foram a primeira dupla sertaneja a gravar um projeto no Morro da Urca, no Rio de Janeiro. “A gente sempre quis levar a música sertaneja para lugares onde ela não tinha ido. Então tocar no morro é fazer o caminho inverso do que acontece no Rio, que é o único estado em que a música não vem do interior, pelo contrário, o funk desceu o morro e conquistou o Brasil inteiro”, explicou César Menotti.
Apesar de conseguirem fazer a produção para o Morro da Urca, não foi fácil para levar todo o equipamento para a gravação. “Foram seis carretas de equipamento que subiram em um bondinho menor de carga. Fora a burocracia para conseguir a autorização para gravar lá, a preocupação em levar os convidados. Mas no final, tudo deu certo”.
Repertório e participações
As 20 canções que compõe o DVD de César Menotti e Fabiano não fazem apenas uma viagem aos 10 anos de carreira da dupla, mas também da história da vida dos cantores mineiros, que citam o nome do pai, no momento em que pegam o violão e tocam modas de viola clássicas como as do pot-pourri Boiadeiro Errante, O Menino da Porteira e Estrada da Vida. Mas não param por ai: Tocando em Frente e Chalana também entraram na lista, escolhida a dedo por César Menotti e Fabiano em conjunto com o irmão, Fábio, e também com o empresário da dupla.
Canções inéditas também foram uma opção dos cantores. “A gente acreditou muito nas inéditas e, principalmente no momento raiz de música caipira”, disse o cantor.
Quanto às participações, a dupla escolheu uma cantora e uma banda que “fossem a cara do Rio de Janeiro”, como disse César Menotti. Preta Gil, em Amor em Dobro, e Sorriso Maroto, em Tomou de Assalto. “Escrevei a música com o Bruno – vocalista da banda – por e-mail”, contou.
A surpresa ficou pro conta da regravação da música Será: “Ela já estava sendo tocada nos nossos shows, mas as obras do Legião, alguns artistas tem dificuldade de liberação para tocar. Conseguimos e os responsáveis foram muito solícitos com a gente”.
Jorge e Mateus cantaram com César Menotti e Fabiano a romântica Dois Corações: “Nossas histórias se cruzaram em várias situações e conhecemos eles em um dos nossos primeiros shows em Goiânia, quando começamos a sair de Minas Gerais”.
Além de cantar sucessos da carreira, inéditas, com participações especiais, a dupla também levou para o palco sua aposta, o cantor Santorine. “A gente quis trazer ele para o projeto não por ele ser do escritório, mas pela renovação da música sertaneja. A gente já conhecia, ele estava muito comentado nas internet por causa de suas composições. Tanto que Revanche, que gravamos com ele, é assinada pelo Santorine”, explicou.
Importância do pai
Em junho de 2011, César Menotti e Fabiano perderam a maior influência na carreira e na vida da dupla. O pai, Toninho do Ouro, morreu vítima de complicações pós-cirúrgicas, em decorrência de um transplante. “Desde criança, ele já projetava tudo o que a gente está vivendo hoje. Nós fomos a primeira dupla a tocar no Morro da Urca, algo que ele queria e conseguimos. Tudo o que a gente sabe de música, nós aprendemos com ele”, disse César Menotti.
A mãe, Dona Elsi, não deixou de acompanhar cada passo dos filhos nesta produção. “Ela se realizou com a gente”.
Mas César Menotti ainda voltou a falar do pai, quando fez uma reflexão dos 10 anos de carreira da dupla. “Tanta coisa mudou. Eu acho que o principal prêmio nosso, nesses anos todos de dupla, foi ter realizado o sonho do nosso pai e poder ter tido ele presente nos principais momentos da nossa carreira”.
Novo sertanejo
Em meio às últimas declarações do cantor Gusttavo Lima, de que estava cansado com a rotina e a correria da agenda de compromissos, César Menotti disse que a dupla já passou por algo parecido, mas conversaram muito com a família e o acontecido nem foi divulgado. “Já passamos por algo parecido, não posso negar, quando as coisas acontecem muito rápidas na sua vida, administrar isso é difícil. A gente sempre se guardou e a família foi fundamental”, destacou.
Sobre o destaque que o ritmo sertanejo teve nos últimos dois anos, César Menotti, que já assumiu com o irmão, Fabiano, que são cantores “românticos à moda antiga”, acha natural essa mudança. “As coisas vão mudando, para a música sertaneja é algo bom, mas, realmente o que me preocupa é perder a identidade, mas eu estou vendo também que já estão voltando com o romantismo e posso dizer isso pela música Se Fosse Eu, que lançamos antes da gravação do DVD e foi na contramão do que está acontecendo com o sertanejo e teve uma aceitação legal dos fãs”, finalizou.
Fonte: http://contigo.abril.com.br/noticias/sertanejo/cesar-menotti-fabiano-nosso-principal-premio-foi-nosso-pai-estar-presente-nos-principais-momentos-da-nossa-carreira
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